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Linux Mint 4.0 Daryna

Março 25, 2008

Esta é mais uma das milhares de distribuições de Linux baseadas em Ubuntu, mas será que esta tem algo realmente em especial? Foi por causa disso que me “fiz à estrada” para ver o “porquê?” de se fazerem algumas referências tão sagradas a esta distribuição.

Licença: GP
Sistemas Operativos: Linux
Download: Linux Mint 4.0 [688MB]
Homepage: Linux Mint

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    Lá gravei o ISO, e reiniciei a máquina e sem alguma surpresa vi que era de facto um LiveCD bem ao estilo Ubuntu, estes passos podem ser desnecessários para a maioria, pois todos os que instalaram Ubuntu sabem, ou melhor, têm a obrigação de saber instalar o Mint, pois o instalador é exactamente igual. Primeiro iniciem o LiveCD, e deixem-no trabalhar, quando finalmente estiver carregado, vamos lá instalar isto, como? Com um duplo clique no ícone que se refere a isso, e que tem o símbolo do Mint.

    Esta é a primeira coisa que vós aparece, vamos lá, primeiro seleccionem o Português como língua, pois parto do principio que preferem o Linux maioritariamente em Português.

    Nota: para instalar os pacotes de língua portuguesa e outras que não a de origem (inglesa) têm de ter ligação a Internet.

    Ora vamos lá escolher a nossa localização para que o Mint acerte o relógio como deve de ser, para Portugal , temos como escolhas Portugal continental, os Açores e a Madeira, seleccionem lá o cantinho onde se encontram e “avancem”…

    Agora vamos a uma parte importante, que é o teclado, a maioria, para não dizer todos, devem certamente ter um teclado português, e de qualquer das formas, ele costuma “atinar” bem com isto, detectando bem o caso, agora a duvida pode estar nas escolhas do lado esquerdo, em primeiro caso o vosso deve ser igual ao meu, mesmo assim para testar, têm um local em baixo onde devem ver se a acentuação e a simbologia funcionam correctamente.

    Esta é a parte dita mais importante, e de facto talvez seja, e a mais perigosa, ou melhor, a única relativamente perigosa, podem escolher as opções guiadas, normalmente limpar um disco inteiro, e instalar lá o Linux, é por isso que recomendo sempre terem um disco só para o Linux. No meu caso prefiro fazer isto “a lá mano”, pois as minhas partições já estão feitas há muito.

    Ora, quando escolhem o particionamento manual, é mais ou menos, isto que vos aparece, uma lista de todas as partições de todos os discos, podem eliminar partições, editar, redimensionar, salvo erro, e façam tudo como deve de ser, e avancem só quando tiverem a certeza do que fizeram.

    Nota: Para a criarem partições manualmente, numa forma básica só precisam de duas partições, uma que é o ficheiro SWAP, que é uma espécie de ficheiro de paginação, que deve ter no mínimo o dobro da vossa RAM, quanto mais melhor, mas claro sem exageros, 8 GB, por exemplo é mais do que suficiente para um PC actual. Quanto a partição /, camada root ou raiz, devem dar-lhe uns 10 GB, ou até mais, depende do espaço em disco que têm disponível, pode ser 16 GB, é a vossa escolha.

    Estamos mais perto do fim, o que é isto? Este passo opcional pode permitir que importem alguns ficheiros e configurações de outro sistema operativo que tenham, claro desde que não tenham ordenado a sua “exterminação” no particionamento, podendo importar de Windows, Unix e Linux. O que podem importar? Algumas configurações, e imagens e ficheiros, pessoalmente isto é me inútil, mas há quem goste ou precise, fica ao vosso inteiro critério.

    Nota: Se seleccionarem qualquer coisa, não se admirem se a instalação levar bastante tempo, pois os ficheiros têm de ser copiados, quantos mais copiarem mais tempo leva, e pode acontecer que ele não consiga configurar bem as coisas, nomeadamente contas de correio electrónico e os favoritos do navegador.

    Agora metam o vosso nome ou uma alcunha, podem mudar o nome da conta, que vai ser por defeito o vosso primeiro nome, e por fim o nome que querem dar a máquina, não que seja algo importante para a maioria dos utilizadores. Quanto a palavra-passe arranjem uma forte, não estavam a espera que eu deixasse aqui o numero de caracteres que tem a minha…

    Aqui está o sumário das coisas, e só, só mesmo se tiverem a certeza do que fizeram, instalem-no.

    Nota: Pelo sim, pelo não, se não andam nisto há muito, e se não percebem muito da matéria, façam andes disto tudo uma copia de segurança dos vossos outros sistemas.

    Começou a instalação, deixem-no lá tratar de tudo, vão fazer qualquer coisa, ou dêem uma vista de olhos ao Mint, pois não se esquecem de qualquer das formas é um LiveCD.

    Depois de ele terminar o que tem a fazer, aparece a mensagem acima exposta, no vosso caso para começarmos a mexer no Mint a sério é melhor escolherem «Reinicar agora». Depois de reiniciar terão de fazer duas coisas, permitir a criação de uma conta Root, propriamente dita, e a instalação de um programa, salvo erro, chama-se Fortune, que coloca algumas mensagens quando abrimos o terminal, na imagem em baixo podem vê-lo em funcionamento. No meu caso “activei” os dois.

    Acho que a maior novidade do Mint é sem dúvida alguma, o menu, que é bastante agradável, mas de qualquer das formas, prefiro o “antigo”, mesmo assim de todos os novos menus modificados este é de facto de todos os que vi o melhor.

    Prontos para uma dica? Sim? Vão ao terminal e escrevam:

    gconf-editor

    Agora no Editor de Configuração, vamos navegar vão a “apps>nautilus>desktop” certamente alguns já conhecem esta dica, mesmo assim aqui fica, seleccionem as mesmas opções que escolhi, e terão uns ícones mais úteis na área de trabalho, e claro que lhe dão uma aparência mais profissional.

    Aqui fica o resultado, que acham? Agora sem ícones de “volumes” a chatear, pois se os queremos ver basta irmos ao “Computador”.

    Pronto, não resisti a dar-lhe uns retoques, como uma maior resolução e um aparência mais similar com o estilo clássico do GNOME.

    Para dar umas voltas pela Internet temos o mais que famoso Navegador da Mozilla, o Firefox na versão 2, o que não é de forma alguma uma nada que surpreenda, acho que a única distribuição que não o inclui de origem é a Debian, pois esta tem a sua própria versão do Firefox, o Icewasel.

    Não resisti também a ir dar um salto ao YouTube, e para meu grande espanto o Flash Player da Adobe estava instalado. Primeiro pensei que fosse o Gnash, mas é de facto o Flash Player.

    Para a gestão do correio electrónico temos o Thunderbird, que ultimamente tem caído em desuso nas distribuições que usam GNOME, devido ao Evolution, que se tem assumido como um bom programa no campo. No Mint só temos mesmo de origem o Thunderbird, o que não é nada mau.

    Para as músicas ele instala, e para mim isto é incompreensível tratando-se de uma distribuição assente no GNOME, ele instala o AmaroK, programa que até nem gosto nada em KDE quanto mais em GNOME… Por isso contornei a situação, instalando o Banshee:

    sudo apt-get install banshee

    Constatei que o Linux Mint lê sem problema, OGG, FLAC e agora voltou a surpreender-me, MP3, sem eu lhe ter instalado codec nenhum. Depois fui-me aos vídeos, abri o Totem, e enfiei no leitor o DVD do filme “O Padrinho I”, e deu sem me chatear, só posso chegar a uma conclusão, ele já vem com “codecs out of the box”.

    Para escrever e coisas parecidas temos a suite de escritório, o mais que conhecido OpenOffice, sendo considerado pela C-Net o melhor download de 2007! De facto, posso dizer que sou um feliz cliente desta suite, desde que comecei, fiquei “agarrado”.

    Edição de Imagem? Onde? Quando? Como? Pois é, o programa grátis mais profissional já vem instalado o grande GIMP, pode ter uma curva de aprendizagem relativamente “curvada de mais” mas é o melhor que se pode arranjar a borla.

    Veredicto: Depois de isto tudo a que conclusões é que chego? Para ser honesto, o Linux Mint, parece-me o sistema operativo gratuito mais prático do mundo, pelo menos de todos os que conheço e experimentei, instala os codecs proprietários principais, e no meu caso instalou de origem duas das três únicas coisas proprietárias que meto no Linux, e essas três coisas são o Opera, o Flash Player e um codec para ler DVDs, neste caso ele até instalou mais…

    Pessoalmente e por questões ideológicas que tenho de apoiar como fã do Software Livre/Aberto, é que apesar de muito prático, eu não gosto que um sistema Linux, me instale seja o que for de proprietário, especialmente codecs sem que eu tenha opção de os não os instalar, pois eu seria capaz dos instalar mas seria depois do Sistema Operativo instalado, ou seja, o que eu procuro é um sistema 100% livre de origem, caso eu queira instalar algo de proprietário, instalo eu pelas minhas próprias mãos.

    Quanto a maioria dos utilizadores, bem para vós, é de facto fácil de instalar e de usar, é muito prático, ao vir com tudo o que precisam, logo é uma óptima escolha, de qualquer maneira, não me parece que a inclusão destes codecs e afins viole muito o Software Livre/Aberto, por isso recomendo-o vivamente! Não é cinco estrelas mas de facto é um bom “hotel” de 4 grandes e merecidas estrelas.

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Blackbox – O lado colorido do negro…

Março 24, 2008

Como todos sabem ou deviam saber, em Linux, felizmente não somos obrigados a usar uma dada interface, essa interface é na realidade um gestor de janelas, e neste campo temos imensas alternativas e escolhas, hoje o artigo é sobre o Blackbox, um dos mais leves e rápidos gestores de janelas para Linux e Unix, funciona também em MacOS e tem uma versão para Windows, mas não vamos entrar por aí. Para começar e para também aliciar, deixo um bonito screenshot:

Download: Temas

Download: Imagens

Homepage: Blackbox

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    A ideia deste guia, é a de especialmente meter o Blackbox a funcionar sem grandes problemas, o mais facilmente possível, prontos para começar?

    1. Primeiro, vamos instalar o Blackbox, procurem o pacote do mesmo nos repositórios da vossa distribuição, mas verifiquem que estão de facto a instalar o gestor de janelas e não o jogo, também chamado Blackbox. Caso usem Ubuntu é mais rápido irem ao terminal e escrever:

    “sudo apt-get install blackbox”

    Nota: Verifiquem se o pacote XTerm está instalado, até recomendo a sua reinstalação, em algumas distribuições, recomendo que tenham também o Konqueror instalado, e se possível, tenham o KDE com o tema de ícones Tango.

    2. Terminem a sessão, iniciem-na agora no Blackbox. O quê não gostam?

    Azar, fim do artigo… A gozar, claro, ainda temos muito pela frente. E menu de aplicações? Não há, só têm um menu que aparece quando clicam com o botão direito na área de trabalho, mas não tem nada! Na realidade têm o suficiente para começar.

    3. Vamos começar por algo inútil, vamos coloca a barra no topo, como?

    Olhem para a imagem, botão direito sobre a mesma, Placement > Top Center.

    4. Agora vamos a coisas mais sérias, vão ao menu do botão direito e seleccionem Xterm, vai abrir um terminal,como aparece na imagem e escrevam exactamente o que lá se encontra, e nada de “sus” e “sudos”, não estamos a trabalhar com a conta root, agora vamos criar as pastas que serão muito úteis, escrevam simplesmente:”mkdir ./.blackbox && mkdir ./.blackbox/backgrounds && mkdir ./.blackbox/styles”

    5. A seguir vamos abrir a pasta que acabamos de fazer, neste caso vou usar o Konqueror, escrevemos agora:

    “konqueror ./.blackbox/”

    6. Vamos criar um ficheiro de texto chamado “menu”, sem qualquer extensão, só “menu”, mais nada.

    7. Agora abram o ficheiro de texto e escrevam o que meti na imagem, onde está escrito Mandriva podem meter o que quiserem, desde o vosso nome a Blackbox tudo o que quiserem, se não têm a Konsole instalada, podem escrever XTerm. O que se quer é que escrevam mais ou menos que se encontra aqui, está bem?

    8. Editar o ficheiro de configuração, podemos usar o Kwrite para tal ou outro programa qualquer de edição simples, pode ser o Gedit, ou mesmo o Emacs, se quiserem um destes últimos, limitem-se a escrever o nome do programa que querem em vez de “kwrite”.

    9. Com o programa de texto aberto vamos lá a entrada que diz “session.menuFile:” e escrevam a localização do ficheiro “menu”

    anteriormente criado, no nosso caso:

    “/home/[nome de utilizador]/.blackbox/menu”

    A partir deste momento o menu que existe foi aquele que escrevemos.

    10. Estão a ver, eu bem vos disse… Agora deixo aqui a cópia do ficheiro que usei, no meu menu, modifiquem a vontade mas a ideia é que vocês percebam como funciona, e acreditem não é difícil:

    [begin] (Mandriva)

    [exec] (Home) {konqueror /home/miguel/}

    [exec] (Computador) {konqueror devices:///}

    [submenu] (Aplicações)

    [exec] (Fille-Roller) {fille-roller}

    [exec] (Gedit) {gedit}

    [end]

    [submenu] (Internet)

    [exec] (Opera) {opera}

    [exec] (Epiphany) {opera}

    [exec] (Evolution) {evolution}

    [end]

    [submenu] (OpenOffice)

    [exec] (OpenOffice Texto) {oowriter2.2}

    [exec] (OpenOffice Cálculo) {oocalc2.2}

    [exec] (OpenOffice Apresentação) {ooimpress2.2}

    [exec] (OpenOffice Desenho) {oodraw2.2}

    [exec] (OpenOffice Base) {oobase2.2} [end]

    [submenu] (Imagem)

    [exec] (The GIMP) {gimp-remote-2.4}

    [end]

    [submenu] (Multimédia)

    [exec] (Banshee) {banshee}

    [exec] (Totem) {totem}

    [end]

    [submenu] (Sistema)

    [exec] (Centro de Controlo) {/usr/sbin/drakconf}

    [exec] (Gestor de Programas) {rpmdrake}

    [exec] (Konsole) {konsole}

    [exec] (Gestor de Processos) {gnome-system-monitor}

    [exec] (Aparência GTK) {gnome-appearance-properties} [end]

    [submenu] (Temas) {Choose a style…}

    [stylesdir] (~/.blackbox/styles) [end]

    [exec] (Comando) {bbrun -a -w}

    [restart] (Reiniciar) {}

    [exit] (Sair)

    [end]

    Nota: a não ser que usem Mandriva, alguns destes atalhos não iram funcionar no vosso PC, nomeadamente o Centro de Controlo e o Gestor de Programas.

    11. Agora podem sacar os ficheiros .zip que estão no fundo do artigo, que são algumas imagens e alguns temas para o Blackbox, extraiam nos nas pastas com os respectivos nomes, e seleccionem um tema qualquer para assim poderem ver o Blackbox com nova cara.

    12. Aqui está a maneira mais fácil de mudar o fundo da área de trabalho, usando o comando:

    bsetbg /home/[Nome de Utilizador]/.blackbox/background/[nome do ficheiro].[extensão do ficheiro].

    Esta é uma das imagens que se encontram no ficheiro .zip, que se encontra no fundo do artigo, e eis o resultado entre um tema “novo” e a

    imagem:

    Experimentem, desfrutem vão descobrindo, porque este é de facto um gestor de janelas com muito para dar, apesar de morto, tem descendentes que traem cada vez mais utilizadores, e por alguma coisa é…

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Window Maker 0.92.0

Março 16, 2008
http://editor.actrix.co.nz/images/windowmaker.jpg

Window Maker é um gerenciador de janelas desenhado para dar suporte a integração adicional às aplicações GNUstep. Ele tenta emular o jeito elegante da GUI NextSTEP. É relativamente rápido, rico em funcionalidades, bem fácil de configurar e usar. O aplicativo é compatível com os mais populares ambientes gráficos do Linux.

S.O: Linux
Hospedagem: Link Direto
Tamanho: 2.62 Mb

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Escolha a sua distribuição Linux

Março 10, 2008

Acredito que essa é uma dúvida de todas as pessoas que querem tornar o Linux o seu sistema operacional. Com qual distribuição eu começo?
Existe um site que pode ajudar a responder esta pergunta: Linux Distribution Chooser, é esse o nome do indivíduo.

Como funciona? Simples! Você responde algumas questões e no final ele te mostra a(s) distribuição que mais encaixa no seu perfil.

FAÇA O TESTE CLICANDO NA SETA ABAIXO

//www.richard.eti.br/seta2.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

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Snort – Segurança para o LINUX

Março 8, 2008
http://www.stearns.org/icons/snort1sm.jpg

Categoria – aplicativo segurança
url: http://www.snort.org/
Formato: .tar.gz
descrição: aplicativo para segurança no Linux

Instalação: descompacte o arquivo com o comando:
# tar -zxvf snort-versao.xx.tar.gz

depois entre no diretório do programa e leia o README ou INSTALL para maiores informações.

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