Microsoft vai abrir códigos do Windows

A Microsoft, maior empresa de software do mundo, anunciou ontem que irá publicar parte dos códigos de produtos importantes como o Windows Vista, até então mantidos em segredo, o que permitirá a programas feitos por concorrentes funcionarem melhor com os da Microsoft.

A medida é uma resposta às preocupações antitruste européias. A empresa planeja tomar ainda outras medidas para responder às demandas européias.

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    A Comissão Européia informou que a medida anunciada ontem não resolve o principal problema, que é a forma como os produtos da empresa são integrados uns aos outros. A Microsoft tem sido criticada por impedir a competição ao incorporar programas, como o tocador de conteúdo digital Media Player, ao sistema operacional Windows, e por manter em segredo detalhes que são necessários aos programadores rivais para garantir uma operação eficiente de seus produtos com programas da Microsoft.

    “A questão da integração de produtos é muito mais importante porque o modelo de negócios da Microsoft tem como base a melhora contínua dos produtos”, afirmou Toan Tran, analista da Morningstar. “Se a Microsoft não puder acrescentar novas funcionalidades, haverá uma restrição ao modelo de negócios do Windows.”

    O presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, reconheceu que os sistemas abertos – que incluem o sistema operacional Linux e o site de rede social Facebook – estão se tornando um fator importante de crescimento para muitas empresas de software.

    “Acredito que o sucesso de longo prazo da Microsoft depende de nossa habilidade de oferecer uma plataforma de software e de serviços que é aberta, flexível e oferece escolha a clientes e desenvolvedores”, disse. Para tornar mais fácil o desenvolvimento de software por terceiros, a Microsoft vai publicar em seu site as chamadas Application Program Interfaces (APIs), partes de código necessárias para que programas de outras empresas funcionem bem com os da Microsoft.

    Em setembro, um tribunal da União Européia (UE) manteve a condenação à Microsoft por abuso de sua posição dominante no mercado. A corte manteve as sanções da UE contra a Microsoft – a empresa foi condenada por empacotar seu software e se recusar a oferecer a concorrentes informações que permitam a seus produtos funcionarem bem com o Windows.

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